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Slides + Agroflorestando o mundo de facão a trator 5“Quando a Floresta está nua, desprotegida, Mofokari, o ente solar, queima os igarapés e os rios. Ele os seca com sua língua de fogoe engole seus peixes. E quando seus pés se aproximam do chão da floresta, ele endurece e fica ardendo. Nada mais pode brotar nele. Não tem mais raízes e sementes na umidade do solo. As águas fogem para muito longe. Então, o vento que as seguia e nos refrescava como um abano se esconde também. Um calor escaldante paira em todos os lugares. As folhas e flores que ainda estão no chão ressecam e encolhem. Todas as minhocas da terra morrem. O perfume da floresta queima e desaparece. Nada mais cresce. A fertilidade da floresta vai para outras terras” (sabedoria ancestral indígena sobre a floresta e o clima, sabiamente expressa por Davi Kopenawa no prefácio do livroUrihi, a Terra-Floresta Yanomami) 14/08/2020 agricultura sintrópicaagroflorestaplantas
Slides + Palestra Antonio Agrofloresta Palestra de Antônio Gomide sobre o MAIS - Movimento agroflorestal de Inclusão Sintropica. outras informações: www.facebook.com/movimentodeagroflorestoresdeinclusaosintropica/ 17/05/2016 agroflorestaAntonio GomidiMais +1
Slides + Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - preparado para receber cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Agrofloresta sucessional Baru e outras árvores de ciclo longo plantadas no meio do abacaxi Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru; nessa foto, é possível visualizar o guapuruvu, plantado junto aos eucaliptos para produção de cobertura / adubo verde, sendo cortados após determinado tempo. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional No interior do cultivo, outras linhas com composições variadas são instaladas. No caso, podem ser vistas linhas com abacaxis e frutíferas e bananeiras conjuntamente com capim colonião para corte e produção de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Vista no interior da agrofloresta, com guapuruvu e espécies nativas do cerrado em conjunto com eucalipto e frutíferas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +2
Slides + Agrofloresta sucessional Abacaxi e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Detalhe de canteiro quebra vento, com abacaxi, eucalipto, baru e espécies de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Canteiro com gueroba, baru, batata doce, ipê. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Abacaxi, eucalipto, leucena e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +2
Slides + Agrofloresta sucessional Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Neste chão tudo dá Versão reduzida do documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti. "Neste Chão Tudo Dá - semeando conhecimento e colhendo resultados" é um registro informal realizado durante uma viagem pela Bahia sobre o trabalho e o pensamento do agricultor e pesquisador Ernst Gotsch. Além disso, ainda conhecemos a vida de agricultores que conseguiram aumentar a qualidade de vida de suas familias através da prática agroflorestal 17/07/2015 agroecologiaagroflorestabahia +3
Slides + Descobrindo agroflorestas nos territórios quilombolas de Oriximiná / PA Por Paulo Roberto David de Araujo. Projeto Manejo de Território Quilombo 24/10/2014 agroflorestaquilombos
Slides + Cartilha Liberdade e Vida com Agrofloresta De autoria de um pessoal muito engajado do Mutirão Agrofloresta, da Embrapa Meio Ambiente e do Incra/Fepaf. O trabalho é resultado do projeto 24/10/2014 agroflorestaassentamentoscartilha
Slides + Técnicas de sistemas agroflorestales Multiestrato - manual prático Por Walter Yana e Harald Weinert. Manual boliviano de agrofloresta. El presente manual, eloborado entorno al Proyecto de Implementaciones Agroecológicas y Forestales en el Alto Beni - PIAF/El Ceibo, es un instrumento práctico para los agricultores que les per- mita mejorar las técnicas tradicionales de producción sin destruir los suelos y los bosques. En nuestra experiencia práctica en la zona del Alto Beni hemos notado que muchos agricultores no le dan la suficiente importancia a la conservación y mejora de los suelos, siendo este aspecto una de las variables primordiales que determinará la buena o mala produc- ción de las parcelas en el presente y el futuro. 21/10/2014 agroflorestamanual