Slides + Baobá no Lago Oeste, Brasília A muda foi feita em 2015 e permaneceu em um vaso até conseguir ser plantada, em 2019, no Lago Oeste, Brasília, DF 09/02/2024 Baobáárvore
Slides + Baobá no Lago Oeste - DF - Brasília A muda foi feita em 2015 e permaneceu em um vaso até conseguir ser plantada, em 2019, no Lago Oeste, Brasília, DF 09/02/2024 Baobáplantas
Slides + A reconstrução ecológica da agricultura Carlos Armênio Khatounian 29/06/2021 agricultura sintrópicaagroecologiaagrofloresta
Slides + Agroflorestando o mundo de facão a trator 5“Quando a Floresta está nua, desprotegida, Mofokari, o ente solar, queima os igarapés e os rios. Ele os seca com sua língua de fogoe engole seus peixes. E quando seus pés se aproximam do chão da floresta, ele endurece e fica ardendo. Nada mais pode brotar nele. Não tem mais raízes e sementes na umidade do solo. As águas fogem para muito longe. Então, o vento que as seguia e nos refrescava como um abano se esconde também. Um calor escaldante paira em todos os lugares. As folhas e flores que ainda estão no chão ressecam e encolhem. Todas as minhocas da terra morrem. O perfume da floresta queima e desaparece. Nada mais cresce. A fertilidade da floresta vai para outras terras” (sabedoria ancestral indígena sobre a floresta e o clima, sabiamente expressa por Davi Kopenawa no prefácio do livroUrihi, a Terra-Floresta Yanomami) 14/08/2020 agricultura sintrópicaagroflorestaplantas
Slides + POHÃÑANA:ÑANOMBARETE, TEKOHA, GUARANIHA KAIOWA 31/07/2020 Povos Originariosguaranimedicina +3
Slides + Deserto Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se reconciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mudanças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim existem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como podemos vivê-las? O que poderia significar ser anarquista, ecologista, quando a revolução global e a sustentabilidade socioecológica não são o objetivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in capacitação gerada pela desilusão, mas sim livres de sua carga? 26/06/2019 ResistênciasAgroecologiaanarquismo +4
Slides + Deserto Deserto - por Anônimo "A esperança de um grande final feliz machuca as pessoas. Ela serve de base para a dor que sentirão quando se desiludirem. Porque, honesta mente, quem de nós acredita num final feliz hoje em dia? Quantas foram consumidas pelo esforço que implica se reconciliar com a fé cega de mudar o mundo com a realidade que nos cerca? No entanto, apesar de nos desiludirmos – com a revolução global, com nossa capacidade de parar as mudanças climáticas – isto não deveria alterar nossa natureza anarquista nem o amor que sentimos pela natureza como anarquistas. Ainda assim existem muitas possibilidades para a liberdade e o selvagem. Quais são algumas dessas possibilidades e como podemos vivê-las? O que poderia significar ser anarquista, ecologista, quando a revolução global e a sustentabilidade socioecológica não são o objetivo principal? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras permanecem quando deixamos de lado as ilusões e caminhamos pelo mundo já não padecendo a in capacitação gerada pela desilusão, mas sim livres de sua carga? 26/06/2019 ResistênciasAgroecologiaanarquismo +4
Slides + Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas - referencial para a escolha de soluções A publicação “Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas: referencial para escolha de soluções” é fruto da parceria entre a Unicamp (FEC/ Grupo de Pesquisa Tratamento de Efluentes e Recuperação de Recursos) e Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental ABES – Seção São Paulo/ Câmara Técnica Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas). O texto é uma elaboração coletiva de diversos autores e colaboradores que juntos se propuseram a pensar em soluções para o esgotamento sanitário em áreas isoladas, com foco em áreas rurais. A linguagem e o formato da publicação foram desenvolvidos para que os profissionais da área, bem como os próprios usuários dos sistemas de tratamento de esgoto, possam aproveitar as informações e se tornar multiplicadores das boas experiências apresentadas aqui. Seus principais objetivos são: a) Apresentar alternativas de tratamento de esgoto doméstico em comunidades isoladas e auxiliar os moradores dessas localidades, gestores públicos e técnicos a fazerem as melhores escolhas de tecnologia para cada caso; b) Divulgar projetos bem-sucedidos e inovadores de tratamento descentralizado de esgotos domésticos, elaborados por universidades, institutos de pesquisa, institutos de permacultura e agroecologia, prefeituras municipais e ONGs, no âmbito unifamiliar ou semicoletivo. 11/02/2019 meio ambientesaneamentotratamento de efluentes +1
Slides + Muda de Baobá Muda de Baobá com 1 ano de vida e mais de 1m de altura 09/12/2016 baobámudasplantas
Slides + Implantacao de manejo agroflorestal Joachim Milz. Serviço alemão de cooperação técnica e social – DED. Alto Beni, Yucumo y Rurrenabaque – Bolivia. 1997. Em espanhol. 27/08/2015
Slides + Mangaba Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO. 12/08/2015 cerradofrutaárvore +1
Slides + Mangaba Mangaba é uma árvore leitosa, cujos frutos amadurecem entre setembro e novembro (no final da estação seca). Planaltina/GO. 12/08/2015 cerradofrutaárvore +1
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Slides + Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - adicionando cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - detalhe da mureta que segura o nível Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - finalizado com cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Construção de canteiros em nível - preparado para receber cobertura Técnica para plantio em áreas com solo raso e ou pedregoso. Consiste em: <br/> 1) Roçar uma área linear seguindo a curva de nível do morro, com 1m de largura. <br/> 2) Passar a picareta e revolver o solo, retirando as rochas mais grossas <br/> 3) Adicionar compostos orgânicos (humus, esterco, etc) e suplementação mineral (cinzas, calcário e/ou pó de rocha), conforme a necessidade. <br/> 4) Usar as pedras/material rochoso para fazer uma mureta na parte mais baixa do canteiro <br/> 5) Com a enxada, puxar o solo na direção oposta, deixando uma inclinação oposta ao declive natural do morro. <br/> 6) Cobrir com materia orgânica (folhas, capim seco, composto) e aguardar o período do plantio.<br/> 7) Plantio Pode-se plantar na hora, mas é recomendável deixar o solo descansar por algumas semanas. Abra espaços na cobertura vegetal e coloque as sementes, evitando deixar o solo totalmente exposto. 12/08/2015 agroflorestacanteiroscurva de nível +5
Slides + Agrofloresta sucessional Baru e outras árvores de ciclo longo plantadas no meio do abacaxi Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional A área do experimento é cercada por canteiros quebra-vento, com abacaxi, eucalipto (que é podado em altura desejada, no caso, 5m) e outros adubos verdes; entre os abacaxis, são plantadas árvores frutíferas de ciclo longo, como o baru; nessa foto, é possível visualizar o guapuruvu, plantado junto aos eucaliptos para produção de cobertura / adubo verde, sendo cortados após determinado tempo. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional No interior do cultivo, outras linhas com composições variadas são instaladas. No caso, podem ser vistas linhas com abacaxis e frutíferas e bananeiras conjuntamente com capim colonião para corte e produção de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Vista no interior da agrofloresta, com guapuruvu e espécies nativas do cerrado em conjunto com eucalipto e frutíferas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +2
Slides + Agrofloresta sucessional Abacaxi e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Detalhe de canteiro quebra vento, com abacaxi, eucalipto, baru e espécies de adubo verde. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Canteiro com gueroba, baru, batata doce, ipê. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Abacaxi, eucalipto, leucena e baru em canteiro. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +2
Slides + Agrofloresta sucessional Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Agrofloresta sucessional Vista geral da área, podendo-se visualizar a linha de canteiros quebra vento, linha de bananeiras e outras linhas internas. Experimento de agrofloresta sucessional feito na fazenda experimental da UnB - por Marcelo Tchelo 10/08/2015 agroflorestaplantiopolicultura +1
Slides + Neste chão tudo dá Versão reduzida do documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti. "Neste Chão Tudo Dá - semeando conhecimento e colhendo resultados" é um registro informal realizado durante uma viagem pela Bahia sobre o trabalho e o pensamento do agricultor e pesquisador Ernst Gotsch. Além disso, ainda conhecemos a vida de agricultores que conseguiram aumentar a qualidade de vida de suas familias através da prática agroflorestal 17/07/2015 agroecologiaagroflorestabahia +3
Slides + Índios mundukuru: tecendo a resistência O governo brasileiro está planejando construir um grande número de barragens hidrelétricas nos rios da Amazônia, destruindo a biodiversidade e interrompendo o modo de vida de milhares de índios e populações locais. Agora que as obras da gigante barragem de Belo Monte, no rio Xingu, estão a todo vapor, o governo está avançando com o seu próximo grande projeto - uma série de barragens no rio Tapajós. Mas os mais de 12.000 índios Munduruku, temidos como guerreiros, vivem nessa região e estão se mobilizando. O documentário mostra a vida em uma aldeia Munduruku, onde as tarefas tradicionais são praticadas diariamente e as crianças crescem com uma liberdade admirável. O filme documenta o crescimento de sua resistência, que de diferentes formas sempre existiu, inclusive entre as mulheres, que têm papel fundamental nessa luta, e que agora também estão se levantando como guerreiras na articulação contra as barragens hidrelétricas. _____________________________ Este documetário foi produzido de forma independente, com apoio de algumas organizações, grupos da região do Tapajós e lideranças Munduruku. Toda a pós-produção foi executada graças ao trabalho colaborativo e em solidariedade à luta do povo Munduruku. | Ficha técnica | Reino Unido/Brasil, 25min Dir.: Nayana Fernandez Produção: Sue Branford, Mauricio Torres e Nayana Fernandez Camera / Som: Nayana Fernandez Edição: Nayana Fernandez e Jason Brooks Edição de Som: Aquiles Pantaleão e Michal Kuligowski Desenho de Som: Michal Kuligowski Graficos: Mariana Delellis Música: “Whispers” – Por Kushal Gaya e Jenny Sutton / "Mi Corazón" por Kike Pinto Imagens adicionais: Índios Munduruku (aldeia Teles Pires), Emilio Días (aéreas), Alejo Sabugo (aldeia Restinga) _____________________________ "Índios Munduruku: Tecendo a Resistência", de MiráPorã, está registrado sob licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 - International License 06/07/2015 povos indígenasíndiosdocumentário
Slides + Tipos de redes Tipos de redes - centralizada - descentralizada - distribuída 27/05/2015 distribuídoinfrainternet +1
Slides + Milho laranja/vermelho Milho. Zea mays. Origem: São Paulo/SP. Colheita: 2011 A palha varia entre amarela e roxa. 27/05/2015 banco de sementessementes
Slides + Crotalária Juncea Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015 27/05/2015 adubo verdebanco de sementessementes
Slides + Erva doce Erva doce, funcho. Foeniculum vulgare. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Fev/2015 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Milho amarelo Milho. Zea mays. Origem: Terravista - Arataca/BA. Colheita: Nov/2014 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Mucuna branca Origem: Sobradinho/DF. Colheita: Mai/2015 27/05/2015 banco de sementessementes
Slides + Milho de pipoca branco Milho. Zea mays. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: 2014 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Milho amarelo/laranja Nomes populares: milho Nome científico: Zea mays. Origem do exemplar: São Paulo/SP, abr/2015. Origem da matriz: São Paulo. 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Milho branco Milho. Zea mays. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: fev/2015 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Milho amarelo Milho. Zea mays. Origem: Terravista - Arataca/BA. Colheita: Nov/2014 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Quiabo gordo Quiabo chinês, quiabo gordo.Abelmoschus esculentus. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: jul/2014 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Quiabo gordo Quiabo chinês, quiabo gordo.Abelmoschus esculentus. Origem: São Sebastião/DF. Colheita: jul/2014 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Milho preto Nomes populares: milho Nome científico: Zea mays. Origem do exemplar: Sobradinho/DF. Colheita: abr/2015. Origem da matriz: Peru. 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Feijão de praia Origem: Boca do Acre/AC. Colheita: ago/2013 27/05/2015 banco de sementessementes
Slides + Milho branco Milho. Zea mays. Origem: Sobradinho/DF. Colheita: mai/2015 27/05/2015 banco de sementes
Slides + Babosa fina Aloe arborescens. Excelente para tratamento de queimaduras e afecções da pele. 19/05/2015 plantas
Slides + Lírio branco Hedychium coronarium. Presente em solo encharcado e nascentes. 18/05/2015 plantas
Slides + Embaúba Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias. 18/05/2015 medicinalplantasprimária +2
Slides + Embaúba Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias. 18/05/2015 primáriarecomposiçãoárvore +1
Slides + Embaúba Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias. 18/05/2015 primáriarecomposiçãoárvore +1
Slides + Pequi Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca. 18/05/2015 cerradocomestívelárvore +1
Slides + Confrei Symphytum officinale. Apenas uso externo, uso interno danifica o fígado. Cicatrizante de feridas. 18/05/2015 ervaperenemedicinal +1
Slides + Carqueja Baccharis trimera. Excelente para dores de estômago, indigestão, azia, queimação; é também sedativo do sistema gastro intestinal. 18/05/2015 ervamedicinalperene +1
Slides + Modernização e desenvolvimentismo: formação das favelas de São Paulo e do Vergueiro Dissertação de Mestrado de Fernão Lopes Ginez de Lara, escrita entre 2009 e 2012 no departamento de Geografia Urbana da USP. Resumo: "Analisamos a favela do Vergueiro (~1949-1969) e outras dentre as primeiras favelas paulistanas; nesse período ainda não haviam assumido grandes proporções no município, mas são representativas de fenômenos postos pela modernização brasileira. Toma-se o capitalismo como uma socialização crítica, cuja realização conceitual é sua negação, expressando-se na expulsão da fonte originadora do capital, o trabalho, por meio do desenvolvimento das forças produtivas. No Brasil se daria uma industrialização em grande parte posta pela necessidade de venda de mercadorias do departamento de bens de capital global. A periferia capitalista se expressaria pela uma formação negativa do trabalho, expropriando trabalhadores/as e forçando sua mobilização, sem sua incorporação como polo negativo do capital. Sem dispor de base de valorização produtiva, muitos investimentos capitalistas concentram-se na propriedade da terra no mercado imobiliário, expresso pela retenção de terras na cidade de São Paulo. A contradição entre expropriação, industrialização periférica e mercado imobiliário culminaria na profusão de favelas, que se deparam com políticas desfaveladoras que tem como objetivo a formação do trabalho e liberação da propriedade privada. 14/05/2015 desfavelamentofavelasgeografia +3
Slides + Carolina Maria de Jesus: condição favelada, monetarização e trabalho nas favelas paulistanas Neste artigo tecemos considerações sobre a literatura como fonte de dados e ambientação de época, tomando a obra literária “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, para o estudo das primeiras favelas paulistanas. A autora escreveu um diário de sua vida na favela do Canindé no final dos anos 1950, narrando episódios cotidianos e de sua condição favelada. Sendo as favelas muitas vezes efêmeras, literatura e música constituem fontes alternativas que permitem acessar seu universo para além dos materiais hegemônicos, como jornais. Selecionamos diversos trechos que dizem respeito às suas condições de vida, atividades de coleta de materiais para reciclagem e de restos de comida. Sua narrativa dá conta da fome como condição da cidade moderna, consciência de que a favela não era algo à parte mas plenamente integrado à cidade, rebatendo interpretações marginalistas sobre sua obra. Consideramos a cisão-valor como forma constituinte da socialização moderna, que cria separações cumulativas postas para fora do âmbito prioritário da valorização do capital pela exploração do trabalho; e que enquanto mulher negra e mãe solteira, encarna a cisão em variados níveis, que se expressam em fome e miséria. 14/05/2015 artigofavelasliteratura
Slides + Construção de um forno solar - 19 Passo a passo: coloque com todos os temperos. O tempo de cozimento varia da comida, mas convém deixar por no mínimo 3 horas. O melhor sol é o entre as 10:00 e as 15:00, e pode-se colocar um apoio na parte de baixo para inclinar o forno, a fim de melhorar a incidência da radiação solar. 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 13 Passo a passo: grampeie generosamente o plástico no esquadro 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 12 Passo a passo: corte o plástico num tamanho maior que o esquadro, o suficiente para deixar o esquadro bem envolvido pelo plástico 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 18 Passo a passo: prepare a comida. De preferência, no caso da foto, deixe o feijão de molho por bastante tempo. Você colocará toda a água necessária para o cozimento, mas ela não pode ser muita, já que ela não vai ferver. 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 10 Passo a passo: certifique-se de que o esquadro encaixa sem muita folga no isopor. É importante que o encaixe seja justo para garantir o isolamento do forno 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 03 Passo a passo: grampeie o papel alumínio. Não use cola ou outros produtos tóxicos ou que soltem cheiro 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 05 Passo a passo: certifique-se de que o alumínio está bem fixado 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 11 Passo a passo: consiga um pouco de plástico grosso ou filme transparente; no caso, usamos o material disponível, que era o plástico bolha 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 16 Passo a passo: coloque a chapa no fundo do forno 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 14 Passo a passo: o forno está pronto! 27/03/2015 energiafornotutorial
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Slides + Construção de um forno solar - 15 Passo a passo: idealmente, coloque uma chapa de metal na parte de baixo do forno; ela conduzirá calor para a panela 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 02 Passo a passo: forre-o por dentro com papel alumínio 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 07 Passo a passo: consiga ripas de madeira para fazer a armação da tampa 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 04 Passo a passo: grampeie na parte de cima para fixar o papel alumínio 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 09 Passo a passo: verifique as medidas 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 08 Passo a passo: pregue as ripas e faça um esquadro 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 06 Passo a passo: o isopor deve ficar dessa forma 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Construção de um forno solar - 00 Passo a passo: ferramentas necessárias: serrote, trena, lapis, tesoura, grampeador + grampos, pregos, martelo 27/03/2015 energiafornotutorial
Slides + Criptotarjetas: No a las centralización y monopolización del internet Material produzido pelo coletivo mexicano RanchoEletronico.org; material disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-no-a-las-centralizacion-y-monopolizacion-del-internet/ 17/03/2015 privacidade
Slides + Criptotarjetas: Vigilancia en teléfonos celulares Material produzido pelo coletivo mexicano RanchoEletronico.org; material disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-vigilinacia-en-telefonos-celulares/ 17/03/2015
Slides + Criptotarjetas: No a la retención de d/gatos — GNU MediaGoblin Material produzido pelo grupo mexicano RanchoEletronico.org sobre retenção de dados e privacidade, disponível também em http://media.espora.org/u/omaluma/m/criptotarjetas-no-a-la-retencion-de-datos/ 17/03/2015
Slides + Pequi - Caryocar brasilense Nome científico: Caryocar brasiliensis. Do pequi come-se a polpa, aproveita a castanha. Característico do cerrado, o pequizeiro seca completamente durante a estação seca. 03/03/2015 cerradocomestívelárvore +1
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Slides + Embaúba - Cecropia sp. Cecropia spp. A embaúba é muito comum na beira da mata, nas áreas de recomposição. Atrái formigas e prepara o solo para outras árvores. O chá de infusão da embaúba ajuda a controlar hemorragias. 03/03/2015 cerradomedicinalpioneira +2