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Agroflorestando o mundo de facão a trator
Deserto
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Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas - referencial para a escolha de soluções

Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas - referencial para a escolha de soluções

A publicação “Tratamento de esgotos domésticos em comunidades isoladas: referencial para escolha de soluções” é fruto da parceria entre a Unicamp (FEC/ Grupo de Pesquisa Tratamento de Efluentes e Recuperação de Recursos) e Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental ABES – Seção São Paulo/ Câmara Técnica Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas). O texto é uma elaboração coletiva de diversos autores e colaboradores que juntos se propuseram a pensar em soluções para o esgotamento sanitário em áreas isoladas, com foco em áreas rurais. A linguagem e o formato da publicação foram desenvolvidos para que os profissionais da área, bem como os próprios usuários dos sistemas de tratamento de esgoto, possam aproveitar as informações e se tornar multiplicadores das boas experiências apresentadas aqui. Seus principais objetivos são: a) Apresentar alternativas de tratamento de esgoto doméstico em comunidades isoladas e auxiliar os moradores dessas localidades, gestores públicos e técnicos a fazerem as melhores escolhas de tecnologia para cada caso; b) Divulgar projetos bem-sucedidos e inovadores de tratamento descentralizado de esgotos domésticos, elaborados por universidades, institutos de pesquisa, institutos de permacultura e agroecologia, prefeituras municipais e ONGs, no âmbito unifamiliar ou semicoletivo.

11/02/2019
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura
Construção de canteiros em nível  - adicionando cobertura
Construção de canteiros em nível  - detalhe da mureta que segura o nível
Construção de canteiros em nível  - detalhe da mureta que segura o nível
Construção de canteiros em nível  - finalizado com cobertura
Construção de canteiros em nível  - finalizado com cobertura
Construção de canteiros em nível  - preparado para receber cobertura
Agrofloresta sucessional
Neste chão tudo dá
Índios mundukuru: tecendo a resistência

Índios mundukuru: tecendo a resistência

O governo brasileiro está planejando construir um grande número de barragens hidrelétricas nos rios da Amazônia, destruindo a biodiversidade e interrompendo o modo de vida de milhares de índios e populações locais. Agora que as obras da gigante barragem de Belo Monte, no rio Xingu, estão a todo vapor, o governo está avançando com o seu próximo grande projeto - uma série de barragens no rio Tapajós. Mas os mais de 12.000 índios Munduruku, temidos como guerreiros, vivem nessa região e estão se mobilizando. O documentário mostra a vida em uma aldeia Munduruku, onde as tarefas tradicionais são praticadas diariamente e as crianças crescem com uma liberdade admirável. O filme documenta o crescimento de sua resistência, que de diferentes formas sempre existiu, inclusive entre as mulheres, que têm papel fundamental nessa luta, e que agora também estão se levantando como guerreiras na articulação contra as barragens hidrelétricas. _____________________________ Este documetário foi produzido de forma independente, com apoio de algumas organizações, grupos da região do Tapajós e lideranças Munduruku. Toda a pós-produção foi executada graças ao trabalho colaborativo e em solidariedade à luta do povo Munduruku. | Ficha técnica | Reino Unido/Brasil, 25min Dir.: Nayana Fernandez Produção: Sue Branford, Mauricio Torres e Nayana Fernandez Camera / Som: Nayana Fernandez Edição: Nayana Fernandez e Jason Brooks Edição de Som: Aquiles Pantaleão e Michal Kuligowski Desenho de Som: Michal Kuligowski Graficos: Mariana Delellis Música: “Whispers” – Por Kushal Gaya e Jenny Sutton / "Mi Corazón" por Kike Pinto Imagens adicionais: Índios Munduruku (aldeia Teles Pires), Emilio Días (aéreas), Alejo Sabugo (aldeia Restinga) _____________________________ "Índios Munduruku: Tecendo a Resistência", de MiráPorã, está registrado sob licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 - International License

06/07/2015
Modernização e desenvolvimentismo: formação das favelas de São Paulo e do Vergueiro

Modernização e desenvolvimentismo: formação das favelas de São Paulo e do Vergueiro

Dissertação de Mestrado de Fernão Lopes Ginez de Lara, escrita entre 2009 e 2012 no departamento de Geografia Urbana da USP. Resumo: "Analisamos a favela do Vergueiro (~1949-1969) e outras dentre as primeiras favelas paulistanas; nesse período ainda não haviam assumido grandes proporções no município, mas são representativas de fenômenos postos pela modernização brasileira. Toma-se o capitalismo como uma socialização crítica, cuja realização conceitual é sua negação, expressando-se na expulsão da fonte originadora do capital, o trabalho, por meio do desenvolvimento das forças produtivas. No Brasil se daria uma industrialização em grande parte posta pela necessidade de venda de mercadorias do departamento de bens de capital global. A periferia capitalista se expressaria pela uma formação negativa do trabalho, expropriando trabalhadores/as e forçando sua mobilização, sem sua incorporação como polo negativo do capital. Sem dispor de base de valorização produtiva, muitos investimentos capitalistas concentram-se na propriedade da terra no mercado imobiliário, expresso pela retenção de terras na cidade de São Paulo. A contradição entre expropriação, industrialização periférica e mercado imobiliário culminaria na profusão de favelas, que se deparam com políticas desfaveladoras que tem como objetivo a formação do trabalho e liberação da propriedade privada.

14/05/2015
Carolina Maria de Jesus: condição favelada, monetarização e trabalho nas favelas paulistanas